Bem aventurados… – Renato T. de Miguel
Um era sério, o outro andava reto, o terceiro era esperto e o último (que não era último) era muito sincero. Se conheciam bem, visto que eram irmãos. Uns, irmãos em sangue, outros, irmãos em Deus. Não havia lá muita diferença. Não andavam juntos. Nem sempre conversavam, mas, sem dúvida, se amavam, já que eram irmãos. Às vezes eles brigavam, e quase sempre se xingavam. Se um caía, outros três o levantavam, porque eram irmãos. Eram irmãos e só isso importava; nenhuma pergunta havia de ser suscitada. Não há dúvidas quando se conhece a estrada. E não há solidão quando se tem um irmão.
Concordo e gostei muito: “Não há dúvidas quando se conhece a estrada. E não há solidão quando se tem um irmão”.
Que bom que gostou, Alice. Foi sincero hhehehhe