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Por onde andei Lady Orloff? Dueto cover do Nando

Por onde andei, Lady Orloff?

Dona Stella com Ser Humano – Reposição Federal

“Sinto até falta de ar, só de ver você passar, penso em você o dia inteiro acho que nunca vou parar…”

Maquiagem – Thiago Amério

maquiagem

 

Existe a maquiagem que é a produção, isto é fácil num mundo de superficialidade mercantilizada.

Por outro lado existe a essência que tenta se garantir colocando a cara a tapa na vida, sem maquiagem ou representação,

apenas sendo criativo (e buscando ou não respostas)

procurando encantar.

Historieta que alimentava – fim

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“De hoje em diante vou modificar o meu modo de vida, naquele instante em que você partiu destruiu nosso amor, agora não vou mais lembrar, (…) e pra começar eu só vou gostar de quem gosta de mim.” Esse será o novo cântico da minha vida. A historieta chega ao fim sem final. Não se prova o amor em seqüências inteiramente lógicas. É por isso que seria amor, caso contrário seria matemática. E matemática não se come. Não se alimenta. Não se vive. Mas o que fazer? Chorar de novo? Não sei, vamos voar pro céu e deixar a janela fechada. Mesmo que tudo tenha sido em vão restou a poesia da historieta e um machucado grande no peito. Entretanto já sei o que cura. A arte e a vida se encarregará de me alimentar. O futuro do amor que alimenta, deixa pra lá. O destino pautado por nossas livres escolhas que falará.

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Expresso Chamado – Reposição Federal

Hoje não tem historieta. A vida real vai começar. E começará sem reclamação, escolhendo ser a mudança que queremos ver nos outros. A arte virou “animação”.

Historieta do amor que alimentava VI – Thiago Amério

historieta

Hoje não dormi bem porque dormi pouco. Acordei quando não queria, porque, a necessidade do meu corpo era descansar mais. Não fui na janela… mas fui onde ela gosta de ser construída com dinheiro do petróleo. Não satisfeito (por já ter feito um bom papel) não dormi direito, apenas cochilei. Como, rotineiramente, não como no momento certo. Tudo estaria (quase) perfeito. Porque a sociedade alternativa começou bem, apesar de algumas saias confundirem poesia com amor com poesia pro amor. Como se paixão não precisasse de reciprocidade.
 
Não tive febre… mas meu corpo está cansado. A emoção foi forte e é grande. Teve gente que discutiu Carlos Gardel, teve gente da terra de longe que mostrou uma música do cigarro que não tinha de menta só tinha de canela… só canela. O Jack filho do Whisky aniversariou em grande estilo e graças a transversa com a guitarra conseguimos comer a pizza de calabresa com sabor de troféu (roubado).
 
As horas passam até que meio rápido, mas dá aquela sensação de tempo perdido. De coisas pra somar (imensuráveis) tardias. Vejo algumas fotos. Os fatos do presente demonstram o motivo de eu não almoçar sozinho hoje. O fato de viver é o presente. Se viver no reino da fantasia com alforria e poesia. Se viver na selva mundana da representação, prefiro a morte de fome.

T.ermo (&) P.adrão – Thiago Amério

licor

 

Tempo
1,2,3__4
Padrão?
Tato?
Pele…
Thiago
Palo…
(Dança flamenc(g)a)
Minha?
Qual o porquê?
O que faço com o T.
Arrisco pra ver ou
espero o reino fechar?
Já mostrei (quase) t.udo
Agora falta o pá.
Da lom(b)a_lgia que me dói
nas costas.
Se não curar…
vou procurar outro remédio.

Historieta do amor que alimentava V – Thiago Amério

maçã mordida

Hoje acordei de madrugada porque cochilei sem ver e a ansiedade me dominou. Aquela festa da semana passada dizia que o “show está começando”. Mas o amor ainda padece e está longe de iniciar com tudo (além da virtualidade). Voltando a festividade, graças ao maior, nenhum amigo meu dançou em cima de um carro, embora algum “amigo” tenha ficado mais “rico” e eu mais “pobre”.

Pelo tempo mundano deveria está dormindo. Não ardo mais em febre. Acordei às 2:00, precisava beber, estava com sede. Não sentia fome porque já havia comido pizza (com a mão e maionese caseira). Sinto, portanto, fome e sede. Ainda quero ter a vontade de comer e beber relativizada, igual ao meu sono que está agora submisso porque amanhã é um grande dia. Provavelmente, não vou conseguir comer, beber ou dormir. Queremos ganhar o mundo através da cultura. Mas ainda me (nos) falta amor, paz e ternura.

Sempre fui uma pessoa que queria mais, mas não ficava motivado. Hoje, eu estou. Não sei exatamente os motivos. Queria ser do reino e ao mesmo tempo do mundo. Queria só esse amor pra me alimentar… mas pra isso a janela deve ser aberta com delicadeza, vontade e confiança. Quero acreditar que o mundo pode ser diferente e que uma pequena história de amor consegue me alimentar, me preencher e principalmente, me deixar feliz no viver. Mordo a maçã e durmo, só, de novo.

Sem querer no fim – Thiago Amério

martin_luther_king_jr

 

Sem querer vou indo
pro lado de fora da culpa
porque culpado não serei
não tenho sentença como putas
 
Querendo vou agindo
de maneira tentada a coerência
e quando tropeço no caminho
não caio em “vitimez”, vou em frente
 
Tento um pouco me preservar
não expondo tanto minha família em alarde
porque sei que nessa vida
há inveja em maquiagem
 
Nem por isso me calo
ou me escondo por receio
sei que daqui partirei
e se vou, vou cheio…
 
Cheio por ter sido completo
como diria Luther King
a vida começa a acabar de perto
quando quietos esperamos o (nosso) fim.

Forró eterno – Thiago Amério

forrozeiro do google

Quero um forró terno
com uma dama da janela
que me aceitasse sem medo
e saísse só ‘eu e ela’
 
Que fosse melhor que as outras
não somente por ser alto astral
mas porque tem sonhos na veia
que me distanciam do mal
 
Que seja humilde, companheira e fiel
vendo na conduta dos outros
muito pouco do céu
tão somente veja neles amizade
 
Pois ela me preenche como música
e se dança, só, pra mim
eu vou cuidar do pacote
desde que me valorize até a morte
 
E no final das letras que sempre acaba
fecho os olhos esperando o dia
de um forró que nunca termine.
Forró embasado e ritmado na imaginária – http://aarteprocurandoserreposta.com/2012/12/28/imaginaria-thiago-amerio/

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Atenção!

Vícios – Thiago Amério

pó

Cocaína é a euforia na terra.
Maconha é a paz pela terra.
Cerveja é a onda da cevada.
Vodka é a te(n)são na marchada.
Cachaça é o barato brasileiro.
Whisky é a loucura no braseiro.
Doce é a viagem viva da insônia.
Bala é a energia que dá êxtase.
Licor é a suavidade que envenena.
Vinho é a Itália (do belo) na pele.
Loló é o lança pros pobres.
Haxixe é a maconha dos ricos.
Skank é o Haxixe de quem usa grife.
Crack é o fim do mundo.
Paracetamo(a)l é minha droga preferida.
Café é a que me dá mais gás pela manhã.
Açúcar é a endorfina que supre o afeto.
O jogo é a ambição doentia de só ganhar.
O cigarro é a baixada na pressão pra acompanhar.
 
O problema é que todas elas gostam de jogar juntas.
E quando se vicia e se exagera, morre, de overdose.
 
Existe algo que não é droga, vicia e preenche.
É (d)a arte, (d)no circo, (d)na música, (d)na cabeça da gente.

Historieta do amor que alimentava IV – Thiago Amério

febre

Hoje acordei mais cedo do que gostaria, porque, gastando tempo que não tinha, fui na janela e entreguei o presente daquele que merece. Não satisfeito (por já ter feito um bom papel) voltei  àquela noite que semana passada disse não voltar. Após encontrar alguns “amigos” percebi que, tem gente que dança encima de um carro (alheio) e acha isso engraçado e sedutor. Ainda, constatei que “quanto mais inconsciente” melhor para atingir o objetivo raso de um coito. Ou seja pelo tempo mundano, retornei em casa quase na hora que, assustado, acordei.

Ardia em febre. Acordei às 8:00, às 9:00, às 11:00, às 12:00. Acordei, dormi. Dormi, acordei. Levantei. Bebi água. Não tinha suco, nem manteiga pro pão. Passei a não ter fome.  Mas, tive muito sono. Após almoçar (mesmo sem tanta fome), dormi de novo. Ao passo que “sonhava”, mais sentia calor e, portanto, mas quente estava. Mas era uma quentura ruim. Doía a cabeça. Doía os olhos. Doía o peito. E olhava pro lado não havia ninguém. Sempre fui uma pessoa que demorava pra ficar doente… entretanto, rapidamente, e sem motivo aparente, me entreguei ao sono e a falta de fome, pensando não estar bem.

As horas passaram mais devagar. Via algumas fotos. Os fatos do passado demonstram o porquê de eu sempre ter tido fome e sono. Sempre tive armaduras. As armaduras eram pesadas e disfarçavam o meu “eu”. Em compensação, não me afetava tanto pelas armas das mágoas e eu fingia estar imune a qualquer sentimento que me fizesse ficar com febre. Não sei a origem da ardência. Pode ser dengue, dengo, inveja, ou até mesmo nada. Vai que eu peguei uma frente fria e, de coração aberto, permiti adoecer. E frente fria queima? E a febre passa? E se há amor ele alimenta ou faz vir o sono? Durmo, de novo.

Vídeo

Expresso Chamado – T Amério, V Valente e R Miranda

Tomara que todo mundo goste… Será que todo mundo vai gostar? Não sei… vamos ver!

“Então escolha ser a mudança que quer pro mundo MELHOR.”

Historieta do amor que alimentava III – Thiago Amério

cofre

 

Hoje acordei mais tarde do que previsto, embora tenha chegado cedo, dormi de novo e acordei no meio do dia. Bebi suco de uva e água. Ando com sede. Voltei a ter fome. Sei que não era com tanta magnitude quanto outrora, mas voltei a senti-las. Sempre fui uma pessoa que deixava o sono e a fome no controle, mas, agora eles, mais fracos do que eu pensava, ainda existem.
 
As horas passam mais devagar. A vontade de comer e a de dormir vem mais rápido do que já vieram. Tenho dúvidas sobre o que, na realidade me preenche. Se é o preenchimento que seduz o homem e faz com que ele pare de sentir necessidades ou se é algum problema hormonal banal. Não sei, mais, o que conduz a fome ou o sono para eles chegarem mais rápido ou mais devagar na nossa cabeça.
 
A vontade de dormir (e de comer) chega, tal como, a vontade de me preencher. Mas como saber se vou me preencher certo? Como me sentir seguro a ponto de guardar só um preenchimento? Qual a mágica pra fazer com que a fome e o sono sejam atingidas por ele? Será que a lista permanece a mesma (fútil, superficial, numa lógica de recompensa imediata)? Quem pode me comprovar se o amor é pra ser (ou não) um investimento? A saudade provocada pelo preenchimento anterior (que me fazia, ontem, não ter fome ou sono) me incomoda. Não sei se é verdade, mentira ou realidade. Não sei mais nada. Só sei que queria ‘comer’ bem de novo. Agora, quando saberei se o sonho da alforria conjunta será realidade? Permaneço em meia fome e meio sono.

Contágio do “amor” – Thiago Amério

soprar amor

 

Levar amor não significa ser amor. Amor-fraterno não é amor-paixão. Amor da paixão é involuntário e presume uma reciprocidade. E pra ser recíproco ele deve fazer bem a ambos. E isso se sentido deve ser externalizado mutuamente, caso contrário, o amor (de quem se contagia) vira dor. E ninguém gosta de sofrer.  Muito menos, eu.