Indiferença (+ velha) – Uma Rute aí
Na vida, temos que ver as coisas, sentir os sentimentos, descobrir, procurar. Temos que aprender. Só quando vemos, sentimos, descobrimos e procuramos é que aprendemos. E daí virá nossa inspiração. Se não vemos o que acontece ao nosso redor, se somos indiferentes aos sentimentos alheios (ou, ainda, aos nossos próprios sentimentos), se não nos motivamos a descobrir, a procurar as respostas ou o que for, não aprendemos.
E, assim, como alguma coisa poderia mudar ao nosso redor? A pessoa que não toma essas iniciativas, não adquire conhecimento sobre o que a cerca, não tendo, assim, base para compreender o que precisa ser mudado; não tendo, ainda, inspiração, por desconhecer fatos e pessoas que a inspirem.
Mas, a partir do momento em que abrimos os olhos para o mundo, em que amamos, nos revoltamos, em que procuramos e descobrimos as respostas para nossas tantas perguntas (assim como encontramos novas perguntas), aprendemos um pouco mais sobre o que é a vida. E, então, nos inspiramos… A mudá-la ou a lutar pela permanência daquilo que a gere – que gere vida em abundância (afinal, só em abundância a vida é vida. A “vida” excludente, que se diz de qualidade apenas para uma parcela das pessoas, é morte alheia e morte dessa própria parcela). Quando a Indiferença toma lugar em um ser, ele deixa de existir.
Afinal, quem não enxerga (o que acontece à sua volta), quem não ouve (o que o mundo grita), quem não sente (os sentimentos alheios e próprios), quem não age (em prol da vida), se não está em estado vegetativo… Está morto.
Mas, a partir do momento em que abrimos os olhos para o mundo, em que amamos, nos revoltamos, em que procuramos e descobrimos as respostas para nossas tantas perguntas (assim como encontramos novas perguntas), aprendemos um pouco mais sobre o que é a vida. E, então, nos inspiramos… A mudá-la ou a lutar pela permanência daquilo que a gere – que gere vida em abundância (afinal, só em abundância a vida é vida. A “vida” excludente, que se diz de qualidade apenas para uma parcela das pessoas, é morte alheia e morte dessa própria parcela). Quando a Indiferença toma lugar em um ser, ele deixa de existir.
Afinal, quem não enxerga (o que acontece à sua volta), quem não ouve (o que o mundo grita), quem não sente (os sentimentos alheios e próprios), quem não age (em prol da vida), se não está em estado vegetativo… Está morto.
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