Quero um forró terno
com uma dama da janela
que me aceitasse sem medo
e saísse só ‘eu e ela’
Que fosse melhor que as outras
não somente por ser alto astral
mas porque tem sonhos na veia
que me distanciam do mal
Que seja humilde, companheira e fiel
vendo na conduta dos outros
muito pouco do céu
tão somente veja neles amizade
Pois ela me preenche como música
e se dança, só, pra mim
eu vou cuidar do pacote
desde que me valorize até a morte
E no final das letras que sempre acaba
fecho os olhos esperando o dia
de um forró que nunca termine.
Forró embasado e ritmado na imaginária – http://aarteprocurandoserreposta.com/2012/12/28/imaginaria-thiago-amerio/
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