Mutante – Tempo e Reino
Como é bom sonhar!
Realidade doce, leve de profunda emoção.
Aqui não há melancolia.
Com os pés nesta terra dura e fria
Em meio a loucura insanidade, aqui sou “são”.
Deste quadro por que me envergonhar?
No subjuntivo manifesta-se o desejo, no subjetivo sua origem está.
Na contramão das leis que aqui imperam.
Neste Reino de Homens, com interesses egoísticos que proliferam
As conjecturas, as utopias tem seus prepostos a trabalhar.
Que mal há pensar, refletir outro Reino almejar?
Pois, que passemos ao indicativo, e que seja o presente.
Uma vez que desejo, tantas coisas vejo.
Sonho!
Os céus continuo a fitar.
De braços estendidos te convido.
Que esta nossa cruz possamos carregar.
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