Mão sua – Thiago Amério
A mão sua…
a quentura se dissipa,
sai do corpo até a tripa,
e você tenta conter,
o tão difícil de esconder:
o nervosismo do querer. A mão soa…
ecoa pela transpiração,
transparece de paixão,
num reflexo involuntário,
lá do fundo do armário,
ô sentimento hilário! A mão sua…
longe de qualquer tato,
perto de algum contato,
no início por palavras comuns,
no meio por mais zooms,
no fim por mais uns… momentos que: A mão soa…
soa como um aprendiz,
descobrindo o que ela diz,
ao tremer, suar e descobrir,
com olhos a aferir, o fácil de sentir,
constatar, reparar e rir… A mão é sua!
a quentura se dissipa,
sai do corpo até a tripa,
e você tenta conter,
o tão difícil de esconder:
o nervosismo do querer. A mão soa…
ecoa pela transpiração,
transparece de paixão,
num reflexo involuntário,
lá do fundo do armário,
ô sentimento hilário! A mão sua…
longe de qualquer tato,
perto de algum contato,
no início por palavras comuns,
no meio por mais zooms,
no fim por mais uns… momentos que: A mão soa…
soa como um aprendiz,
descobrindo o que ela diz,
ao tremer, suar e descobrir,
com olhos a aferir, o fácil de sentir,
constatar, reparar e rir… A mão é sua!
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