O teatro da vergonha com a crítica – Thiago Amério
‘Viver e não ter a vergonha de ser feliz!’
– Clichê! Do grito da maioria se ouve…
Há algo errado? Perguntam: que houve?
E antes do fim, quase mesmo, por um triz,
vem um, chega, e diz: – Sem sincronia, sintonia ou sabedoria,
tudo isto me parece uma grande hipocrisia!
Será que na rotina do seu dia-a-dia,
ao invés de curtir toda a melodia,
do cotidiano em fantasia –
da felicidade, magia, alegria, ousadia –
prefere, encovardando-se, viver em vergonha? E por mais desejos que a gente tenha,
os mais ansiosos até sonham,
ficam eles maquiados na face dessa ingrata? E por mais que se grite: – desejo… venha!
(Os céticos até zoam!)
Fica ele enclausurado até que ela mata! Mas como mata?
Envergonhando para que nada se faça?
Forçando a todos a permanecerem omissos?
Não, nem é bem isso, aliás, só isso. Grande amiga da vergonha é a crítica.
Chamando de clichê,
pelo olhar de quem olha e nada vê,
sem qualquer auxílio ou mística,
aquilo que até pode ser realidade,
só pelo prazer de cutucar,
claro… enaltecendo sua vaidade,
e em nada fazer somar. Porém, repentinamente, sorrateiramente, traiçoeiramente,
A cortina do palco se fechou…
– É que o ensaio terminou!
E o espetáculo vai (re)começar: eternamente.
– Clichê! Do grito da maioria se ouve…
Há algo errado? Perguntam: que houve?
E antes do fim, quase mesmo, por um triz,
vem um, chega, e diz: – Sem sincronia, sintonia ou sabedoria,
tudo isto me parece uma grande hipocrisia!
Será que na rotina do seu dia-a-dia,
ao invés de curtir toda a melodia,
do cotidiano em fantasia –
da felicidade, magia, alegria, ousadia –
prefere, encovardando-se, viver em vergonha? E por mais desejos que a gente tenha,
os mais ansiosos até sonham,
ficam eles maquiados na face dessa ingrata? E por mais que se grite: – desejo… venha!
(Os céticos até zoam!)
Fica ele enclausurado até que ela mata! Mas como mata?
Envergonhando para que nada se faça?
Forçando a todos a permanecerem omissos?
Não, nem é bem isso, aliás, só isso. Grande amiga da vergonha é a crítica.
Chamando de clichê,
pelo olhar de quem olha e nada vê,
sem qualquer auxílio ou mística,
aquilo que até pode ser realidade,
só pelo prazer de cutucar,
claro… enaltecendo sua vaidade,
e em nada fazer somar. Porém, repentinamente, sorrateiramente, traiçoeiramente,
A cortina do palco se fechou…
– É que o ensaio terminou!
E o espetáculo vai (re)começar: eternamente.
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